Janet foi, acima de tudo, uma pioneira.
Seu caminho não foi fácil, e a firmeza de seu caráter refletiu a grandeza da missão que abraçou. Com coragem e determinação, levou o Espiritismo à Inglaterra na língua inglesa, abrindo caminhos onde não existiam e lançando bases que até hoje sustentam o movimento.
Inabalável em suas convicções, Janet enfrentou cada desafio sem hesitação, guiada por um profundo senso de responsabilidade e amor à mensagem espírita. Trabalhou incansavelmente para que o Espiritismo pudesse ser compreendido, vivido e transmitido na língua de cada país onde se estabeleceu. Sua influência contribuiu para a formação e o fortalecimento de instituições espíritas em diversas partes do mundo, ampliando o alcance e a compreensão da Doutrina.
Nos Estados Unidos, assim como em muitos outros países, o compromisso de estabelecer o Espiritismo em língua inglesa deve muito à sua visão, incentivo e exemplo. Por isso, e por tanto mais, expressamos nossa profunda gratidão.
Janet foi uma das fundadoras e idealizadoras do Conselho Espírita Internacional, sendo a única mulher entre oito homens em sua constituição inicial. Sua presença foi marcada por autoridade moral, clareza de propósitos e dedicação constante. Não buscou reconhecimento; serviu com convicção e deixou uma marca indelével na história do movimento espírita internacional.
O legado de Janet permanece vivo nas instituições que ajudou a construir, nas línguas pelas quais o Espiritismo hoje se expressa e nos inúmeros corações tocados por seu trabalho.
O Conselho Espírita Internacional rende-lhe esta homenagem, reconhecendo sua vida, sua coragem e seu compromisso inabalável com a divulgação do Espiritismo. Que ela descanse em paz, amparada pela luz que tão fielmente serviu.




